C. S. LEWIS (1898-1963)
Escritor e estudioso cristão
VISÃO GERAL
O mundo atual precisava de uma voz criativa para comunicar a verdade de Deus. C.S. Lewis foi essa voz. Em suas estórias fantasiosas bem como em seus ensaios perspicazes, Lewis proporcionava orientação inteligente que levou muitos leitores à fé em Cristo.
CENÁRIO ACADÊMICO
C.S. Lewis passou a maior parte de sua vida como professor universitário e conferencista nas Universidades de Oxford e Cambridge e como escritor de muitos livros eruditos e cristãos. Sua obra mais conhecida é Literatura Inglesa no Século XVI (1954). Seu primeiro trabalho erudito, A Alegoria do Amor (1936), foi considerado por um crítico, um clássico naquela área.
OBRAS CRISTÃS
Lewis é conhecido como autor de mais de 25 obras. Ele era um "feliz ateu" aos 14 anos e durante um longo tempo foi lentamente persuadido de que a religião cristã é a única maneira lógica de entender o homem e seu universo. Tendo-se tornado cristão aos 30 anos, escreveu uma novela autobiográfica intitulada "O Regresso do Peregrino" (1933). Mais tarde contou de seu nascimento e educação em "Surpreendido pela Graça" (1955).
Milhões de cópias de seus livros foram vendidas durante sua vida e também depois de sua morte. Por muito tempo suas "Cartas do Diabo" (1942), foi seu livro mais popular. Outro bastante lido foi "Cristianismo Básico" (1952), um delineamento simples, mas profundo do fundamento lógico da posição cristã. Escreveu também "Milagres" (1947), "O Problema da Dor" (1940), "Reflexões em Salmos" (1958), e muitos outros. "Abolição do Homem" (1943) foi incluído pela Enciclopédia Britânica à coleção Os Grandes Livros do Mundo.
FICÇÃO
A ficção de Lewis também é muito lida, especialmente as "Crônicas de Narnia" (1950-1956), sete livros infantis ilustrados por Pauline Baynes - um conjunto de estórias que encantam crianças de 5 anos em diante. Eles contam de aventuras que se seguem depois de passar através de um guarda-roupa mágico e outras passagens similares que dão entrada a terras vigiadas por um leão magnífico chamado Aslan, hoje o símbolo de Cristo. Embora instrumentos de conversão de muitas pessoas, eles não são sermões, mas estórias excitantes.
A Trilogia do Espaço, formada pelo "Fora do Planeta Silencioso" (1938), "Perelandra" (1943) e "Aquela Força Oculta" (1945), levam o leitor (nos dois primeiros volumes, de Marte a Vênus, enquanto o terceiro é principalmente anti-utópico com fatos que se passam na Inglaterra. Perelandra reconta as aventuras de um homem bom e um mau que num mundo edênico tenta persuadir uma "Eva"a seus respectivos pontos de vista. Mas nessa estória Eva não cai. O "Grande Divórcio" (1946) envolve uma visita em sonhos a um ônibus cheio de pessoas que iam do inferno para o céu sendo lá calorosamente convidadas a entrar mas recusando a glória que poderiam ver sobre as montanhas adiante.
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